Setembro Amarelo, vamos praticar a empatia?

set 6, 2017

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Setembro Amarelo, vamos praticar a empatia?

Setembro Amarelo, vamos praticar a empatia?

Publicado em : Notícias em por : lider

O QUE É:

O Setembro Amarelo é uma campanha mundial, mas no Brasil ganhou força a partir de 2014, com iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Ele visa à conscientização sobre a prevenção do suicídio.

Prevenção

FALAR SOBRE SUICÍDIO:

É um assunto delicado, mas precisa ser discutido, pois o número de casos cresce anualmente. Segundo dados da organização mundial da Saúde (OMS), em 2015, mais de 780 mil pessoas morreram por suicídio, o que representa cerca de 1,5% de todas as mortes do mundo. O primeiro passo para a redução das taxas de suicídio, acontece a partir do momento que as pessoas passam a conhecer melhor o problema, suas causas e como ajudar.

INFORMAÇÃO COM CONSCIÊNCIA:

É importante divulgar informações sobre o tema, mas com uma abordagem responsável. A mídia deve informar, sensibilizar, conscientizar e estimular a prevenção e, de modo algum, estimular novos casos.

PRATICAR A EMPATIA:

Estamos diariamente expostos a situações de agressão, competição e insensibilidade, acontecimentos que favorecem o aparecimento de transtornos emocionais, de níveis leves, moderados ou severos. Dependendo do caso, pode ser o ápice para levar uma pessoa atentar contra sua própria vida. Por esse e outros motivos, praticar a empatia é fundamental.

A capacidade de se colocar no lugar do outro ajuda a compreender melhor o comportamento em determinadas circunstâncias e a forma como ele toma as decisões, encara seus problemas e emoções.

OFERECER AJUDA:

Perca o medo de se aproximar e ofereça ajuda. E quando o fizer, respeite o momento e a forma de pensar do outro. Segundo o CVV, 90% dos casos de suicídio podem ser prevenidos, desde que existam condições mínimas para oferta de ajuda voluntária ou profissional.

Pratique a empatia, evite julgar ou banalizar o que o outro está passando.

Fonte: CVV e OMS.